CARTA DO PAPA AO CLERO IRLANDÊS




NOS ÚLTIMOS TEMPOS TODA A IGREJA E A SOCIEDADE FOI SURPREENDIDA COM A NOTÍCIA DE PEDOFILIA NA IGREJA DA IRLANDA. ISSO ENTRISTECE A TODOS OS CATÓLICOS. SÃO 0,2% DO CLERO IRLANDÊS QUE, EM SE COMETENDO TAIS FATOS, DIFICULTA TODA A IGREJA EM TRANSMITIR O EVANGELHO DE CRISTO A TODOS, BEM COMO EM ACOLHER E ABENÇOAR AS CRIANÇAS COMO FAZIA JESUS.
ABAIXO, COLOCAMOS TODA A CARTA DO PAPA(EM PORTUGUÊS), DIFERENTEMENTE DO QUE SE NOTICIA NA IMPRENSA MUNDIAL:


1. Amados Irmãos e Irmãs da Igreja na Irlanda, é com grande preocupação que vos escrevo como Pastor da Igreja universal. Como vós, fiquei profundamente perturbado com as notícias dadas sobre o abuso de crianças e jovens vulneráveis da parte de membros da Igreja na Irlanda, sobretudo de sacerdotes e religiosos. Não posso deixar de partilhar o pavor e a sensação de traição que muitos de vós experimentastes ao tomar conhecimento destes actos pecaminosos e criminais e do modo como as autoridades da Igreja na Irlanda os enfrentaram.

Como sabeis, convidei recentemente os bispos irlandeses para um encontro aqui em Roma a fim de referir sobre o modo como trataram estas questões no passado e indicar os passos que empreenderam para responder a esta grave situação. Juntamente com alguns altos Prelados da Cúria Romana ouvi quanto tinham para dizer, quer individualmente quer em grupo, enquanto propunham uma análise dos erros cometidos e das lições aprendidads, e uma descrição dos programas e dos protocolos hoje existente. As nossas reflexões foram francas e construtivas. Alimento a confiança de que, como resultado, os bispos se encontrem agora numa posição mais forte para levar por diante a tarefa de reparar as injustiças do passado e para enfrentar as temáticas mais amplas relacionadas com o abuso dos menores segundo modalidades conformes com as exigências da justiça e com os ensinamentos do Evangelho.

2. Por meu lado, considerando a gravidade destas culpas e a resposta muitas vezes inadequada que lhes foi reservada da parte das autoridades eclesiásticas no vosso país,, decidi escrever esta Carta Pastoral para vos expressar a minha proximidade, e para vos propor um caminho de cura, de renovação e de reparação.

Na realidade, como muitos no vosso país revelaram, o problema do abuso dos menores não é específico nem da Irlanda nem da Igreja. Contudo a tarefa que agora tendes à vossa frente é enfrentar o problema dos abusos que se verificaram no âmbito da comunidade católica irlandesa e de o fazer com coragem e determinação. Ninguém pense que esta dolorosa situação se resolverá em pouco tempo. Foram dados passos em frente positivos, mas ainda resta muito para fazer. É preciso perseverança e oração, com grande confiança na força restabelecedora da graça de Deus.

Ao mesmo tempo, devo expressar também a minha convicção de que, para se recuperar desta dolorosa ferida, a Igreja na Irlanda deve em primeiro lugar reconhecer diante do Senhor e diante dos outros, os graves pecados cometidos contra jovens indefesos. Esta consciência, acompanhada de sincera dor pelo dano causado às vítimas e às suas famílias, deve levar a um esforço concentrado para garantir a protecção dos jovens em relação a semelhantes crimes no futuro.

Enquanto enfretais os desafios deste momento, peço-vos que vos recordeis da «rocha de que fostes talhados» (Is 51, 1). Reflecti sobre as contribuições generosas, com frequência heróicas, oferecidas à Igreja e à humanidade como tal pelas passadas gerações de homens e mulheres irlandeses, e deixai que isto gere impulso para um honesto auto-exame e um convicto programa de renovação eclesial e individual. A minha oração é por que, assistida pela intercessão dos seus muitos santos e purificada pela penitência, a Igreja na Irlanda supere a presente crise e volte a ser uma testemunha convincente da verdade e da bondade de Deus omnipotente, manifestadas no seu Filho Jesus Cristo.

3. Historicamente os católicos da Irlanda demonstraram-se uma grande força de bem quer na pátria quer fora. Monges célticos, como São Colombano, difundiram o Evangelho na Europa Ocidental lançando as bases da cultura monástica medieval. Os ideais de santidade, de caridade e de sabedoria transcendente que derivam da fé cristã, encontraram expressão na construção de igrejas e mosteiros e na instituição de escolas, bibliotecas e hospitais que consolidaram a identidade espiritual da Europa. Aqueles missionários irlandeses tiraram a sua força e inspiração da fé sólida, da guia forte e dos comportamentos morais rectos da Igreja na sua terra natal.

A partir do século XVI, os católicos na Irlanda sofreram um longo período de perseguição, durante o qual lutaram para manter viva a chama da fé em circunstâncias perigosas e difíceis. Santo Oliver Plunkett, o Arcebispo mártir de Armagh, é o exemplo mais famoso de uma multidão de corajosos filhos e filhas da Irlanda dispostos a dar a própria vida pela fidelidade ao Evangelho. Depois da Emancipação Católica, a Igreja teve a liberdade de crescer de novo. Famílias e inúmeras pessoas que tinham preservado a fé durante os tempos das provações tornaram-se a centelha de um grande renascimento do catolicismo irlandês no século XIX. A Igreja forneceu escolarização, sobretudo aos pobres, e isto deu uma grande contribuição à sociedade irlandesa. Um dos frutos das novas escolas católicas foi um aumento de vocações: gerações de sacerdotes, irmãs e irmãos missionários deixaram a pátria para servir em todos os continentes, sobretudo no mundo de língua inglesa. Foram admiráveis não só pela vastidão do seu número, mas também pela robustez da fé e pela solidez do seu empenho pastoral. Muitas dioceses, sobretudo em África, América e Austrália, beneficiaram da presença de clero e religiosos irlandeses que anunciaram o Evangelho e fundaram paróquias, escolas e universidades, clínicas e hospitais, que serviram tanto os católicos, como a sociedade em geral, com atenção especial às necessidades dos pobres.

Em quase todas as famílias da Irlanda houve alguém – um filho ou uma filha, uma tia ou um tio – que deu a própria vida à Igreja. Justamente as famílias irlandesas têm em grande estima e afecto os seus queridos, que ofereceram a própria vida a Cristo, partilhando o dom da fé com outros e actualizando-a num serviço amoroso a Deus e ao próximo.

4. Contudo, nos últimos decénios a Igreja no vosso país teve que se confrontar com novos e graves desafios à fé que surgiram da rápida transformação e secularização da sociedade irlandesa. Verificou-se uma mudança social muito rápida, que muitas vezes atingiu com efeitos hostis a tradicional adesão do povo ao ensinamento e aos valores católicos. Com frequência as práticas sacramentais e devocionais que sustentam a fé e a tornam capaz de crescer, como por exemplo a confissão frequente, a oração quotidiana e os ritos anuais, não foram atendidas. Determinante foi também neste período a tendência, até da parte de sacerdotes e religiosos, para adoptar modos de pensamento e de juízo das realidades seculares sem referência suficiente ao Evangelho. O programa de renovação proposto pelo Concílio Vaticano II por vezes foi mal compreendido e na realidade, à luz das profundas mudanças sociais que se estavam a verificar, não era fácil avaliar o modo melhor de o realizar. Em particular, houve uma tendência, ditada por recta intenção mas errada, a evitar abordagens penais em relação a situações canónicas irregulares. É neste contexto geral que devemos procurar compreender o desconcertante problema do abuso sexual dos jovens, que contribuiu em grande medida para o enfraquecimento da fé e para a perda do respeito pela Igreja e pelos seus ensinamentos.

Só examinando com atenção os numerosos elementos que deram origem à crise actual é possível empreender uma diagnose clara das suas causas e encontrar remédios eficazes. Certamente, entre os factores que para ela contribuíram podemos enumerar: procedimentos inadequados para determinar a idoneidade dos candidatos ao sacerdócio e à vida religiosa; insuficiente formação humana, moral, intelectual e espiritual nos seminários e nos noviciados; uma tendência na sociedade a favorecer o clero e outras figuras com autoridade e uma preocupação inoportuna pelo bom nome da Igreja e para evitar os escândalos, que levaram como resultado à malograda aplicação das penas canónicas em vigor e à falta da tutela da dignidade de cada pessoa. É preciso agir com urgência para enfrentar estes factores, que tiveram consequências tão trágicas para as vidas das vítimas e das suas famílias e obscureceram a luz do Evangelho a tal ponto, ao qual nem sequer séculos de perseguição não tinham chegado.

5. Em diversas ocasiões desde a minha eleição para a Sé de Pedro, encontrei vítimas de abusos sexuais, assim como estou disponível a fazê-lo no futuro. Detive-me com elas, ouvi as suas vicissitudes, tomei nota do seu sofrimento, rezei com e por elas. Precedentemente no meu pontificado, na preocupação por enfrentar este tema, pedi aos Bispos da Irlanda, por ocasião da visita ad limina de 2006, que «estabelecessem a verdade de quanto aconteceu no passado, tomassem todas as medidas adequadas para evitar que se repita no futuro, garantissem que os princípios de justiça sejam plenamente respeitados e, sobretudo, curassem as vítimas e quantos são atingidos por estes crimes abnormes» (Discurso aos Bispos da Irlanda, 28 de Outubro de 2006).

Com esta Carta, pretendo exortar todos vós, como povo de Deus na Irlanda, a reflectir sobre as feridas infligidas ao corpo de Cristo, sobre os remédios, por vezes dolorosos, necessários para as atar e curar, e sobre a necessidade de unidade, de caridade e de ajuda recíproca no longo processo de restabelecimento e de renovação eclesial. Dirijo-me agora a vós com palavras que me vêm do coração, e desejo falar a cada um de vós individualmente e a todos como irmãos e irmãs no Senhor.

6. Às vítimas de abuso e às suas famílias

Sofrestes tremendamente e por isto sinto profundo desgosto. Sei que nada pode cancelar o mal que suportastes. Foi traída a vossa confiança e violada a vossa dignidade. Muitos de vós experimentastes que, quando éreis suficientemente corajosos para falar de quanto tinha acontecido, ninguém vos ouvia. Quantos de vós sofrestes abusos nos colégios deveis ter compreendido que não havia modo de evitar os vossos sofrimentos. É comprensível que vos seja difícil perdoar ou reconciliar-vos com a Igreja. Em seu nome expresso abertamente a vergonha e o remorso que todos sentimos. Ao mesmo tempo peço-vos que não percais a esperança. É na comunhão da Igreja que encontramos a pessoa de Jesus Cristo, ele mesmo vítima de injustiça e de pecado. Como vós, ele ainda tem as feridas do seu injusto padecer. Ele compreende a profundeza dos vossos padecimentos e o persistir do seu efeito nas vossas vidas e nos relacionamentos com os outros, incluídas as vossas relações com a Igreja. Sei que alguns de vós têm dificuldade até de entrar numa igreja depois do que aconteceu. Contudo, as mesmas feridas de Cristo, transformadas pelos seus sofrimentos redentores, são os instrumentos graças aos quais o poder do mal é infrangido e nós renascemos para a vida e para a esperança. Creio firmemente no poder restabelecedor do seu amor sacrifical – também nas situações mais obscuras e sem esperança – que traz a libertação e a promessa de um novo início.

Dirigindo-me a vós como pastor, preocupado pelo bem de todos os filhos de Deus, peço-vos com humildade que reflictais sobre quanto vos disse. Rezo a fim de que, aproximando-vos de Cristo e participando na vida da sua Igreja – uma Igreja purificada pela penitência e renovada na caridade pastoral – possais redescobrir o amor infinito de Cristo por todos vós. Tenho confiança em que deste modo sereis capazes de encontrar reconciliação, profunda cura interior e paz.

7. Aos sacerdotes e aos religiosos que abusaram dos jovens

Traístes a confiança que os jovens inocentes e os seus pais tinham em vós. Por isto deveis responder diante de Deus omnipotente, assim como diante de tribunais devidamente constituídos. Perdestes a estima do povo da Irlanda e lançastes vergonha e desonra sobre os vossos irmãos. Quantos de vós sois sacerdotes violastes a santidade do sacramento da Ordem Sagrada, no qual Cristo se torna presente em nós e nas nossas acções. Juntamente com o enorme dano causado às vítimas, foi perpetrado um grande dano à Igreja e à percepção pública do sacerdócio e da vida religiosa.

Exorto-vos a examinar a vossa consciência, a assumir a vossa responsabilidade dos pecados que cometestes e a expressar com humildade o vosso pesar. O arrependimento sincero abre a porta ao perdão de Deus e à graça do verdadeiro emendamento. Oferecendo orações e penitências por quantos ofendestes, deveis procurar reparar pessoalmente as vossas acções. O sacrifício redentor de Cristo tem o poder de perdoar até o pecado mais grave e de obter o bem até do mais terrível dos males. Ao mesmo tempo, a justiça de Deus exige que prestemos contas das nossas acções sem nada esconder. Reconhecei abertamente a vossa culpa, submetei-vos às exigências da justiça, mas não desespereis da misericórdia de Deus.

8. Aos pais

Ficastes profundamente transtornados ao tomar conhecimento das coisas terríveis que tiveram lugar naquele que deveria ter sido o ambiente mais seguro para todos. No mundo de hoje não é fácil construir um lar doméstico e educar os filhos. Eles merecem crescer num ambiente seguro, amados e queridos, com um forte sentido da sua identidade e do seu valor. Têm direito a ser educados nos valores morais autênticos, radicados na dignidade da pessoa humana, a serem inspirados pela verdade da nossa fé católica e a aprender modos de comportamento e de acção que os levem a uma sadia estima de si e à felicidade duradoura. Esta tarefa nobre e exigente está confiada em primeiro lugar a vós, seus pais. Exorto-vos a fazer a vossa parte para garantir a melhor cura possível dos jovens, quer em casa quer na sociedade em geral, enquanto que a Igreja, por seu lado, continua a pôr em prática as medidas adoptadas nos últimos anos para tutelar os jovens nos ambients paroquiais e educativos. Enquanto dais continuidade às vossas importantes responsabilidades, certifico-vos de que estou próximo de vós e que vos dou o apoio da minha oração.

9. Aos meninos e aos jovens da Irlanda

Desejo oferecer-vos uma particular palavra de encorajamento. A vossa experiência de Igreja é muito diversa da que fizeram os vossos pais e avós. O mundo mudou muito desde quando eles tinham a vossa idade. Não obstante, todos, em cada geração, estão chamados a percorrer o mesmo caminho da vida, sejam quais forem as circunstâncias. Todos estamos escandalizados com os pecados e as falências de alguns membros da Igreja, sobretudo de quantos foram escolhidos de modo especial para guiar e servir os jovens. Mas é na Igreja que encontrareis Jesus Cristo que é o mesmo ontem, hoje e sempre (cf. Hb 13, 8). Ele ama-vos e ofereceu-se a si próprio na Cruz por vós. Procurai uma relação pessoal com ele na comunhão da sua Igreja, porque ele nunca trairá a vossa confiança! Só ele pode satisfazer as vossas expectativas mais profundas e conferir às vossas vidas o seu significado mais pleno orientando-as para o serviço ao próximo. Mantende o olhar fixo em Jesus e na sua bondade e protegei no vosso coração a chama da fé. Juntamente com os vossos irmãos católicos na Irlanda olho para vós a fim de que sejais discípulos fiéis do nosso Deus e contribuais com o vosso entusiasmo e com o vosso idealismo tão necessários para a reconstrução e para o renovamento da nossa amada Igreja.

10. Aos sacerdotes e aos religiosos da Irlanda

Todos nós estamos a sofrer como consequência dos pecados dos nossos irmãos que traíram uma ordem sagrada ou não enfrentaram de modo justo e responsável as acusações de abuso. Perante o ultraje e a indignação que isto causou, não só entre os leigos mas também entre vós e as vossas comunidades religiosas, muitos de vós sentis-vos pessoalmente desanimados e também abandonados. Além disso, estou consciente de que aos olhos de alguns sois culpados por associação, e considerados como que de certo modo responsáveis pelos delitos de outros. Neste tempo de sofrimento, desejo reconhecer-vos a dedicação da vossa vida de sacerdotes e de religiosos e dos vossos apostolados, e convido-vos a reafirmar a vossa fé em Cristo, o vosso amor à sua Igreja e a vossa confiança na promessa de redenção, de perdão e de renovação interior do Evangelho. Deste modo, demonstrareis a todos que onde abunda o pecado, superabunda a graça (cf. Rm 5, 20).

Sei que muitos de vós estais desiludidos, transtornados e encolerizados pelo modo como estas questões foram tratadas por alguns dos vossos superiores. Não obstante, é essencial que colaboreis de perto com quantos têm a autoridade e que vos comprometais para fazer com que as medidas adoptadas para responder à crise sejam verdadeiramente evangélicas, justas e eficazes. Sobretudo, exorto-vos a tornar-vos cada vez mais claramente homens e mulheres de oração, seguindo com coragem o caminho da conversão, da purificação e da reconciliação. Deste modo, a Igreja na Irlanda haurirá nova vida e vitalidade do vosso testemunho ao poder redentor do Senhor tornado visível na vossa vida.

11. Aos meus irmãos bispos

Não se pode negar que alguns de vós e dos vossos predecessores falhastes, por vezes gravemente, na aplicação das normas do direito canónico codificado há muito tempo sobre os crimes de abusos de jovens. Foram cometidos sérios erros no tratamento das acusações. Compreendo como era difícil lançar mão da extensão e da complexidade do problema, obter informações fiáveis e tomar decisões justas à luz de conselhos divergentes de peritos. Contudo, deve-se admitir que foram cometidos graves erros de juízo e que se verificaram faltas de governo. Tudo isto minou seriamente a vossa credibilidade e eficiência. Aprecio os esforços que fizestes para remediar os erros do passado e para garantir que não se repitam. Além de pôr plenamente em prática as normas do direito canónico ao enfrentar os casos de abuso de jovens, continuai a cooperar com as autoridades civis no âmbito da sua competência. Claramente, os superiores religiosos devem fazer o mesmo. Também eles participaram em recentes encontros aqui em Roma destinados a estabelecer uma abordagem clara e coerente destas questões. É obrigatório que as normas da Igreja na Irlanda para a tutela dos jovens sejam constantemente revistas e actualizadas e que sejam aplicadas de modo total e imparcial em conformidade com o direito canónico.

Só uma acção decidida levada em frente com total honestidade e transparência poderá restabelecer o respeito e a benquerença dos Irlandeses em relação à Igreja à qual consagrámos a nossa vida. Isto deve brotar, antes de tudo, do exame de vós próprios, da purificação interior e da renovação espiritual. O povo da Irlanda espera justamente que sejais homens de Deus, que sejais santos, que vivais com simplicidade, que procureis todos os dias a conversão pessoal. Para ele, segundo a expressão de Santo Agostinho, sois bispos; contudo estais chamados a ser com eles seguidores de Cristo (cf. Discurso 340, 1). Exorto-vos portanto a renovar o vosso sentido de responsabilidade diante de Deus, a crescer em solidariedade com o vosso povo e a aprofundar a vossa solicitude pastoral por todos os membros da vossa grei. Em particular, sede sensíveis à vida espiritual e moral de cada um dos vossos sacerdotes. Sede um exemplo com as vossas próprias vidas, estai-lhes próximos, ouvi as suas preocupações, oferecei-lhes encorajamento neste tempo de dificuldades e alimentai a chama do seu amor a Cristo e o seu compromisso no serviço dos seus irmãos e irmãs.

Também os leigos devem ser encorajados a fazer a sua parte na vida da Igreja. Fazei com que sejam formados de modo que possam dizer a razão, de maneira articulada e convincente, do Evangelho na sociedade moderna (cf. 1 Pd 3, 15), e cooperem mais plenamente na vida e na missão da Igreja. Isto, por sua vez, ajudar-vos-á a ser de novo guias e testemunhas credíveis da verdade redentora de Cristo.

12. A todos os fiéis da Irlanda

A experiência que um jovem faz da Igreja deveria dar sempre fruto num encontro pessoal e vivificante com Jesus Cristo numa comunidade que ama e que oferece alimento. Neste ambiente, os jovens devem ser encorajados a crescer até à sua plena estatura humana e espiritual, a aspirar por ideais nobres de santidade, de caridade e de verdade e a inspirar-se nas riquezas de uma grande tradição religiosa e cultural. Na nossa sociedade cada vez mais secularizada, na qual também nós critãos muitas vezes temos dificuldade em falar da dimensão transcendente da nossa existência, precisamos de encontrar novos caminhos para transmitir aos jovens a beleza e a riqueza da amizade com Jesus Cristo na comunhão da sua Igreja. Ao enfrentar a presente crise, as medidas para se ocupar de modo justo de cada um dos crimes são essenciais, mas sozinhas não são suficientes: há necessidade de uma nova visão para inspirar a geração actual e as futuras a fazer tesouro do dom da nossa fé comum. Caminhando pela via indicada pelo Evangelho, observando os mandamentos e conformando a nossa vida de maneira cada vez mais próxima com a pessoa de Jesus Cristo, fareis a experiência da renovação profunda da qual hoje há uma urgente necessidade. Convido-vos a todos a perseverar neste caminho.

13. Amados irmãos e irmãs em Cristo, é com profunda preocupação por todos vós neste tempo de sofrimento, no qual a fragilidade da condição humana foi tão claramente revelada, que desejei oferecer-vos estas palavras de encorajamento e de apoio. Espero que as acolhais como um sinal da minha proximidade espiritual e da minha confiança na vossa capacidade de responder aos desafios do momento actual tirando renovada inspiração e força das nobres tradições da Irlanda de fidelidade ao Evangelho, de perseverança na fé e de firmeza na consecução da santidade. Juntamente com todos vós, rezo com insistência para que, com a graça de Deus, as feridas que atingiram muitas pessoas e famílias possam ser curadas e que a Igreja na Irlanda possa conhecer uma época de renascimento e de renovação espiritual.

14. Desejo propor-vos algumas iniciativas concretas para enfrentar a situação. No final do meu encontro com os Bispos da Irlanda, pedi que a Quaresma deste ano fosse considerada como tempo de oração para uma efusão da misericórdia de Deus e dos dons de santidade e de força do Espírito Santo sobre a Igreja no vosso país. Agora convido todos vós a dedicar as vossas penitências da sexta-feira, durante todo o ano, de agora até à Páscoa de 2011, por esta finalidade. Peço-vos que ofereçais o vosso jejum, a vossa oração, a vossa leitura da Sagrada Escritura e as vossas obras de misericórdia para obter a graça da cura e da renovação para a Igreja na Irlanda. Encorajo-vos a redescobrir o sacramento da Reconciliação e a valer-vos com mais frequência da força transformadora da sua graça.

Deve ser dedicada também particular atenção à adoração eucarística, e em cada diocese deverão haver igrejas ou capelas reservadas especificamente para esta finalidade. Peço que as paróquias, os seminários, as casas religiosas e os mosteiros organizem tempos para a adoração eucarística, de modo que todos tenham a possibilidade de participar deles. Com oração fervorosa diante da presença real do Senhor, podeis fazer a reparação pelos pecados de abuso que causaram tantos danos, e ao mesmo tempo implorar a graça de uma renovada força e de um sentido da missão mais profundo por parte de todos os bispos, sacerdotes, religiosos e fiéis.

Tenho esperança em que este programa levará a um renascimento da Igreja na Irlanda na plenitude da própria verdade de Deus, porque é a verdade que nos torna livres (cf. Jo 8, 32).

Além disso, depois de me ter consultado e rezado sobre a questão, tenciono anunciar uma Visita Apostólica a algumas dioceses da Irlanda, assim como a seminários e congregações religiosas. A Visita propõe-se ajudar a Igreja local no seu caminho de renovação e será estabelecida em cooperação com as repartições competentes da Cúria Romana e com a Conferência Episcopal Irlandesa. Os pormenores serão anunciados no devido momento.

Além disso proponho que se realize uma Missão a nível nacional para todos os bispos, sacerdotes e religiosos. Alimento a esperança de que, haurindo da competência de peritos pregadores e organizadores de retiros quer da Irlanda como de outras partes, e reexaminando os documentos conciliares, os ritos litúrgicos da ordenação e da profissão e os recentes ensinamentos pontifícios, alcanceis um apreço mais profundo das vossas respectivas vocações, de modo a redescobrir as raízes da vossa fé em Jesus Cristo e a beber abundantemente nas fontes da água viva que ele vos oferece através da sua Igreja.

Neste Ano dedicado aos Sacerdotes, recomendo-vos de modo muito particular a figura de São João Maria Vianney, que teve uma compreensão tão rica do mistério do sacerdócio. «O sacerdote, escreveu, possui a chave dos tesouros do céu: é ele quem abre a porta, é ele o dispensador do bom Deus, o administrador dos seus bens». O cura d’Ars compreendeu bem como é grandemente abençoada uma comunidade quando é servida por um sacerdote bom e santo. «Um bom pastor, um pastor segundo o coração de Deus, é o tesouro maior que o bom Deus pode dar a uma paróquia e um dos dons mais preciosos da misericórdia divina». Por intercessão de São João Maria Vianney possa o sacerdócio na Irlanda retomar vida e a inteira Igreja na Irlanda crescer na estima do grande dom do ministério sacerdotal.

Aproveito esta ocasião para agradecer desde já a quantos se comprometerem no empenho de organizar a Visita Apostólica e a Missão, assim como os tantos homens e mulheres que em toda a Irlanda já se comprometeram pela tutela dos jovens nos ambientes eclesiásticos. Desde quando a gravidade e a extensão do problema dos abusos sexuais dos jovens em instituições católicas começou a ser plenamente compreendido, a Igreja desempenhou uma grande quantidade de trabalho em muitas partes do mundo, a fim de o enfrentar e remediar. Enquanto não se deve poupar esforço algum para melhorar e actualizar procedimentos já existentes, encoraja-me o facto de que as práticas de tutela em vigor, adoptadas pelas Igrejas locais, são consideradas, nalgumas partes do mundo, um modelo que deve ser seguido por outras instituições.

Desejo concluir esta Carta com uma especial Oração pela Igreja na Irlanda, que vos envio com o cuidado que um pai tem pelos seus filhos e com o afecto de um cristão como vós, escandalizado e ferido por quanto aconteceu na nossa amada Igreja. Ao utilizardes esta oração nas vossas famílias, paróquias e comunidades, que a Bem-Aventurada Virgem Maria vos proteja e vos guie pelo caminho que conduz a uma união mais estreita com o seu Filho, crucificado e ressuscitado. Com grande afecto e firme confiança nas promessas de Deus, concedo de coração a todos vós a minha Bênção Apostólica em penhor de força e paz no Senhor.

Vaticano, 19 de Março de 2010, Solenidade de São José

Benedictus PP. XVI

ORAÇÃO PELA IGREJA NA IRLANDA



Deus dos nossos pais,
Renova-nos na fé que é para nós vida e salvação
na esperança que promete perdão e renovação interior,
na caridade que purifica e abre os nossos corações
para te amar, e em ti, amar todos os nossos irmãos e irmãs.

Senhor Jesus Cristo
possa a Igreja na Irlanda renovar o seu milenário compromisso
na formação dos nossos jovens no caminho da verdade,
da bondade, da santidade e do serviço generoso à sociedade.

Espírito Santo, consolador, advogado e guia,
inspira uma nova primavera de santidade e de zelo apostólico
para a Igreja na Irlanda.

Possa a nossa tristeza e as nossas lágrimas
o nosso esforço sincero por corrigir os erros do passado,
e o nosso firme propósito de correcção,
dar abundantes frutos de graça
para o aprofundamento da fé
nas nossas famílias, paróquias, escolas e associações,
e para o progresso espiritual da sociedade irlandesa,
e para o crescimento da caridade, da justiça, da alegria
e da paz, na inteira família humana.

A ti, Trindade,
com plena confiança na amorosa protecção de Maria,
Rainha da Irlanda, nossa Mãe,
e de São Patrício, de Santa Brígida e de todos os santos,
recomendamos a nós próprios, os nossos jovens,
e as necessidades da Igreja na Irlanda.

Amém.



© Copyright 2010 - Libreria Editrice Vaticana

CORAL SANTA OLÍMPIA HOMENAGEIA DOM EDUARDO



O CORO INFANTO-JUVENIL DA QUASE-PARÓQUIA IMACULADA CONCEIÇÃO E SANTANA, DE SANTA OLÍMPIA, FORMADO DE 60 ADOLESCENTES E JOVENS, HOMENAGEOU O BISPO EMÉRITO DOM EDUARDO NO ÚLTIMO DOMINGO (21/MARÇO). A HOMENAGEM REALIZADA A PEDIDO DO PÁROCO, PADRE DANIEL STÊNICO, FOI EM VIRTUDE DA COMEMORAÇÃO DOS 60 ANOS DE SACERDÓCIO DO BISPO EMÉRITO, A SER CELEBRADO NO DIA 08 DE ABRIL, E EM VIRTUDE DE PEDIR A DEUS QUE ABENÇOE DOM EDUARDO QUE, NA PRÓXIMA SEMANA, PASSARÁ POR UMA NOVA CIRURGIA PARA TRATAMENTO DE CÂNCER.
A COMUNIDADE SE SENTIU MUITO SENSIBILIZA E AGRADECEU O CORO INFANTO-JUVENIL QUE CANTOU MÚSICAS DE TRADIÇÃO TRENTINA E TIROLESA, COM UMA FORTE SALVA DE PALMAS.

JOVENS PAROQUIANAS PARTICIPAM DE CDL EM PIRACICABA




A PARÓQUIA SANTA CRUZ E SÃO DIMAS SE FEZ REPRESENTADA NO ÚLTIMO CDL POR 4 PAROQUIANAS DO GRUPO JOVEM. CONFIRA AS FOTOS

CONFISSÕES


CONFISSÕES

No tempo da Quaresma somos convidados a se preparar para celebrar a Páscoa da Ressurreição pela prática do JEJUM e ABSTINÊNCIA, ORAÇÃO, PENITÊNCIA, ESMOLA (=CARIDADE) e outros pios exercícios. Durante esse tempo grande número de fiéis procura os sacerdotes para fazer sua confissão. Uma outra parte ainda resiste à essa prática cristã, esquecendo-se que “Cristo instituiu o Sacramento da Penitência para todos os membros pecadores de sua Igreja, antes de tudo para aqueles que, depois do batismo, cometeram pecado grave, e com isso perderam a graça batismal e feriram a comunhão eclesial” (Catecismo da Igreja Católica, n° 1446).
Para realizar – como se diz hoje em dia – uma “boa confissão”, é preciso que os fiéis sejam preparados por uma celebração penitencial e pelo ato de examinar sua consciência. Antes de chegar ao sacerdote e lhe contar os pecados na hora da confissão, o penitente deve primeiro reconhecer-se pecador e entender que os seus pecados são uma ofensa a Deus e ruptura com o próximo e a Igreja. Deve arrepender-se pelas faltas que cometeu e ter a firme vontade de não repetir os erros, tendo fé no sacramento da Reconciliação, isto é, em acreditar que, de fato, esse sacramento perdoa os pecados e restabelece a comunhão do penitente com Deus, com sua Igreja e com os irmãos e irmãs. Deve abraçar a penitência (“satisfação”) como meio de santificação, podendo consistir na prática de orações, mortificações e, sobretudo, na ajuda ao próximo e em obras de misericórdia, que põem em evidência o aspecto social do pecado e do perdão.
Contudo, para receber o sacramento da penitência, vale lembrar aqui algumas dicas que não se aconselha o penitente fazer no momento da confissão:
1) Confissão não é o momento de contar ao padre as coisas boas que fez. Isso é exaltar a própria vaidade. Jesus disse: “Quem se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado” (Mt 23,12).
2) Não é momento de relatar ao padre o pecado dos outros. Isso já é outro pecado! Quem assim procede cai no campo da maledicência ou fofoca (Col 3,8).
3) Não é hora de desabafar as próprias queixas, descarregando nos ouvidos do confessor um monte de angústias e tristezas (Ef 4,31). Para isso convém marcar um outro horário com o padre, a fim de que todos – inclusive a própria pessoa – sejam atendidos dignamente. Em alguns casos o sacerdote pode recomendar a ajuda de algum profissional indicado.
4) A confissão também não é momento de dizer ao confessor: “Padre, não tenho pecado!”, porque se assim você estaríamos dispensados da confissão (1Jo 1,10).
5) Também não é momento do penitente pedir ao sacerdote confessor que faça uma investigação minuciosa para descobrir os possíveis pecados cometidos pelo penitente. Basta um bom exame de consciência!
A Igreja recebeu de Cristo a missão de perdoar os pecados, quando lhe disse: “Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, serão perdoados...” (Jo 20,22-23). Essa missão eclesial é exercida sacramentalmente pelos bispos e padres que têm, em virtude do sacramento da Ordem, o poder de, em nome de Deus, perdoar os pecados “em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo”, e de acolher o penitente em nome da Igreja e da Trindade para perdoar-lhe os pecados na administração desse sacramento.
Aproveitemos esse tempo das cinco semanas da Quaresma para nos preparar para a Páscoa, também pela Confissão, mas não somente nesses dias de grande afluxo de fiéis para receber o Sacramento. Eu acredito que seria bom que os fiéis mais atuantes procurassem nossos sacerdotes para fazer sua confissão durante o ano todo, embora a Igreja ensine que os pecados graves devem ser confessados ao menos uma vez por ano, e sempre antes de receber a comunhão. Contudo, lembre-se o que nos ensina nossa Mãe Igreja: na 6ª feira santa da Paixão do Senhor e no Sábado Santo antes da Vigília Pascal, “conforme antiquíssima tradição da Igreja, não se celebram os Sacramentos” (cf. Missal Romano), inclusive o atendimento de confissões, batizados, missas e casamentos.

Pe. Kleber F. Danelon
kleberdanelon@terra.com.br

MONSENHOR JAMIL ANIVERSARIA


Monsenhor Jamil Nassif Abib, ou padre Jamil, nasceu em Caritar (SP) e completa 70 anos acompanhado de autoridades eclesiásticas e amigos. Foi ordenado sacerdote na Catedral de Piracicaba no dia 09 de janeiro de 1966 pelo rito Bizantino Greco-melquita, pela imposição das mãos de dom EliasCoueter. No dia 16 do mês seguinte, iniciou seu trabalho em Rio Claro. Em 1969 foi transferido para Santa Maria da Serra e, em 1973, para a Paróquia Santa Cruz e São Dimas, em Piracicaba. Em fevereiro de 1975, retornou a Rio Claro, tomando posse como pároco da Paróquia São João Batista e assumindo também a missão de Vigário Episcopal da Região Pastoral de Rio Claro. Foi agraciado com o título de Monsenhor Capelão Pontifício, nomeado pelo Papa João Paulo 2º, em 6 de setembro de 1988. Desde fevereiro de 2006 é pároco da Catedral da cidade de Piracicaba, coordenando também as capelas São Benedito, Nossa Senhora Aparecida, Divino Espírito Santo e Nossa Senhora das Graças (Dispensário dos Pobres). Possui especialização em museologia, arquivologia e arte sacra e mestrado em história. Ele se destaca na área de história, história da Igreja, museologia, patrimônio histórico e artístico e filatelia. Foi por muitos anos conselheiro do Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo). Como pesquisador do Centro de Estudos e Pesquisas para a História da Igreja no Brasil – CEPEHIB, atua nas questões ligadas à necessidade de definição de uma política cultural e documental voltada para os arquivos eclesiásticos e juntou, ao longo de anos de trabalho eclesiástico, imensa coleção documental sobre a Igreja Católica no Brasil.
Contém imensa coleção bibliográfica com predominancia de obras de temática religiosa e filosófica. A maioria dos documentos presentes na coleção foi produzida pela Confederação Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB, pelas dioceses e pelas diversas pastorais (Pastoral da Terra, Pastoral do Índio, Pastoral da Família etc ) ligadas à Igreja Católica no Brasil. Quanto à temática da documentação, destaca-se a relacionada à teologia da Libertação, surgida na América Latina em conseqüência das transformações introduzidas na Igreja pelo Concílio Vaticano II (1962) e que tem nos brasileiros Dom Hélder Câmara e Dom Paulo Evaristo Arns seus maiores defensores. No Brasil, considerado o maior país católico do mundo, foi onde este movimento alcançou maiores dimensões. Esta teologia, que prega "a opção preferencial pelos pobres", ficou mais ligada às comunidades eclesiais de base, comprometidas com as lutas sociais e que foram se envolvendo cada vez mais na luta política.

ANIVERSÁRIO


PE. SESSO COMEMORA SEU ANIVERSÁRIO NA MISSA DAS 19H NESSA SEXTA-FEIRA, 05 DE MARÇO, COM A PRESENÇA DE FAMILIARES E MEMBROS DO APOSTOLADO DA ORAÇÃO DA PARÓQUIA SANTA CRUZ E SÃO DIMAS.

NOVA PORTA PARA SUA IGREJA


A PARÓQUIA SANTA CRUZ E SÃO DIMAS, DIOCESE DE PIRACICABA, INAUGUROU NO MÊS DE FEVEREIRO/2010 SUA NOVA PORTA, QUE FOI CONFECCIONADA PELO ARTISTA E ENTALHADOR SR. GILBERTO BERTAZZI, DE PIRASSUNUNGA.
A NOVA PORTA, ORÇADA EM R$ 13.500,00, FOI DOADA POR UMA PESSOA ANÔNIMA.
AS DEMAIS DESPESAS (mão de obra de marceneiro, pedreiro e pintor, materiais e outros) FORAM DOADAS PELA SOCIEDADE SÃO VICENTE DE PAULO (VICENTINOS) E POR PESSOAS PARTICULARES, A QUEM A PARÓQUIA DIRIGE SUA GRATIDÃO.
A NOVA PORTA FOI ENTALHADA COM A FIGURA DE SÃO DIMAS, CUJA INSCRIÇÃO LEMBRA O QUE LHE DISSE JESUS "AINDA HOJE ESTARÁS COMIGO NO PARAÍSO...", E AO LADO A FIGURA CENTRAL DE NOSSA FÉ, O CRISTO CRUCIFICADO PARA NOSSA SALVAÇÃO. AINDA HÁ ELEMENTOS DECORATIVOS E 2 SÍMBOLOS EUCARÍSTICOS E, EM CADA PORTA, O BRASÃO DO VATICANO, DESIGN DO ARTISTA NAS PORTAS DE IGREJAS.
A NOVA PORTA TROUXE GRANDE CONTENTAMENTO AOS PAROQUIANOS E CHAMA A ATENÇÃO DE TODOS OS QUE PASSAM PELA FRENTE DA IGREJA MATRIZ. NÃO POUCOS PARTILHAM QUE, AS VEZES, DERAM A VOLTA NO QUARTEIRÃO PARA PASSAR NOVAMENTE NA FRENTE DA IGREJA E ADMIRAR SUA NOVA PORTA.

Conheça a programação para TERRA SANTA E ROMA em 2.011



PEREGRINAÇÃO A TERRA SANTA E ROMA DE 17/09 Á 30/09/2011
DIRETOR ESPIRITUAL
Pe Kleber Piracicaba - SP)


1º-DIA. EMBARQUE PARA ISRAEL-COM CONEXAO EM ROMA.
As 11:00horas encontro no aeroporto internacional de CUMBICA-GUARULHOS para embarque AS 15.20H. em vôo PARA ISRAEL -TELAVIV. COM CONEXAO EM ROMA.(sem almoço)

2º- DIA. DESEMBARQUE EM TEL AVIV – ISRAEL – JOPE.
AS 7:00hrs da manha desembarque em ROMA e as 10:30hrs embarque DE ROMA para TELAVIV com desembarque previsto as 14:40 em Tel aviv.. Desembarque em TEL AVIV encontro com nosso guia e saída para UM CITY TUR panorâmico da bela cidade de TELAVIV a moderna capital econômica e cultural de ISRAEL as margens do MEDITERRANEO, de onde chegaremos ate JOPE o local tradicional da casa de SIMÃO o curtidor local onde PEDRO tem a visão do lençol com animais puros e impuros (ATOS Cap. 10). Foi aqui que JONAS fugiu da palavra do SENHOR .. Hospedagem em Tel Aviv. Descanso – jantar incluído. (sem almoço).

3º- DIA. TEL AVIV – CESAREIA MARITIMA – MONTE CARMELO - GALILEIA - TIBERIADES
Após CAFÉ DA MANHA começaremos VIAJANDO DE ONIBUS confortável pela costa do Mar Mediterrâneo ate a histórica cidade portuária de CESAREIA MARITIMA construída por HERODES onde residia PILATOS onde ainda hoje se vê restos de seu belíssimo PALACIO, Cesareia era a capital Pagã Romana da Terra de Israel na ÉPOCA DE JESUS E foi palco da conversão do Centurião Cornélio e da prisão de Paulo. Pausa para ALMOÇO INCLUIDO. Após almoço subiremos ao MONTE CARMELO no lugar onde o Profeta Elias venceu os falsos profetas de Baal (Ireis cap 18). Continuação ate a GALILEIA as MARGENS do MAR da GALILEIA na CIDADE de TIBERIADES. Hospedagem em Tiberíades . descanso. Jantar incluído.

4º- DIA. CANA DA GALILEIA - JORDAO – PASSEIO DE BARCO PELO LAGO DA GALILEIA – CAFARNAUM – MONTE DAS BEM AVENTURANÇAS.
Após CAFÉ DA MANHA iniciaremos viajando ate aldeia de CANA DA GALILEIA onde JESUS realizou seu PRIMEIRO MILAGRE transformando AGUA EM VINHO, o local da antiga sinagoga onde ocorreu o milagre foi escavada. nosso dia chegando as MARGENS DO RIO JORDAO . Em seguida iremos ate as águas do RIO JORDÃO para relembrar o batismo de JESUS POR JOÂO BATISTA possibilidade de batismo. Seguiremos até o Porto de GENESARÉ as margens do Mar da Galileia onde subiremos a um barco PARA NAVEGAR e celebrar sobre o Lago onde Jesus acalmou a tempestade e caminhou sobre as águas, relembrar A PESCA MARAVILHOSA. Pausa para ALMOÇO INCLUSO. Após almoço chegaremos a CAFARNAUM, onde Jesus centralizou sua vida publica e conheceremos as ruínas da Sinagoga onde Jesus ensinava e as ruínas da CASA DE PEDRO em CAFARNAUM. Continuando pela região do mar da Galileia iremos ate TABHA para recordarmos as MULTIPLICAÇÃO dos Paes e Peixes. Terminaremos o dia subindo o MONTE DAS BEM AVENTURANÇAS lembrando o ensinamento que Jesus realizou sobre este Monte (Mateus cap 5.) Hospedagem em Tiberiades. Descanso. Jantar incluído.

5º- DIA. NAZARÉ – JERICÓ - FONTE DE ELISEU MAR MORTO .
Após CAFÉ DA MANHA e seguiremos ate NAZARÉ igreja da ANUNCIAÇÃO e CARPINTARIA de JOSE. Seguiremos PELO vale do JORDAO ate o deserto da JUDÉIA ate chegar na famosa JERICÓ da época da CONQUISTA DA TERRA SANTA . Pausa para ALMOÇO INCLUSO .Nesta cidade mais antiga do mundo descobriremos as ruínas de antigas civilizações, possibilidade (estando aberta) de ir a FONTE DO PROFETA ELISEU , ir no local tradicional em jerico do SICOMERO onde subiu ZAQUEU para ver JESUS passar, veremos ao longe o Monte das tentações. Lembraremos a conquista de Josué. Continuaremos viajando pelo vale do Jordão e o DESERTO DA JUDEIA ate o MAR MORTO em um hotel belíssimo com um maravilhoso SPA . Hospedagem no hotel do mar morto. Descanso. Jantar incluído.

6º DIA . DIA TODO DEDICADO AO MARAVILHOSO SPA NO MAR MORTO.
Café da manha e dia livre no SPA do hotel as margens do MAR MORTO para descanso , ESTA incluido para nossos grupos o uso do maravilhoso SPA de águas quentes com águas sendo bombeadas diretamente do mar morto ao fundo do hotel e aquecidas, e DEVIDO A ALTA DENSIDADE. Também poderá usar a praia in-natura diretamente no mar morto ao fundo do nosso hotel. O mar morto esta situado a 398 metros abaixo do nivel do mar mediterrâneo, sendo o ponto mais profundo da terra. Suas águas contem 33% de sal(mar comum conte de 4 a 6%) . Conhecido na bíblia como mar de sal ou mar de betume. Estaremos hospedados na região de SODOMA E GOMORRA nas terra de ZOAR. Jantar e almoço incluso.
OBS: Neste dia o almoço será incluso no próprio hotel.

7º DIA. MAR MORTO – CAVERNAS QUNRAN - BETÂNIA - EIN KAREM - JERUSALEM.
Após café da manha saída para visitar JERUSALEM passando para visitar o sitio arqueológico de KUMERAN onde se formou a comunidade dos Essênios na época de Jesus e onde foram encontrados os famosos MANUSCRITOS DO MAR MORTO . De Kumeran avistaremos o famoso MONTE NEBO que fica do lado da Jordânia, onde Moises separou-se dos Filhos de Israel após 40 anos no deserto. Daremos inicio a nossa subida a Cidade Eterna –JERUSALEM. Do Monte Scopus faremos a nossa Entrada Triunfal. IREMOS ate BETÂNIA no tumulo de LAZARO , onde residia MARTA E MARIA. Vista a EIN KAREN igreja da visitação de MARIA a sua PRIMA ISABEL e a igreja de SÃO JAO BATISTA. Hospedagem em Jerusalém. Descanso. Jantar incluído.

8º - DIA. JERUSALEM - BELEM - MONTE DAS OLIVEIRAS – GETSEMANE – CASA DE CAIFAS- CENACULO- IGREJA DA DORMIÇÃO DE MARIA.
Após CAFÉ DA MANHA e saída para ir ate BELEM para visitar a gruta da MANGEDOURA na igreja a NATIVIDADE local do nascimento de Jesus(MISSA). Voltaremos para Jerusalém e no MONTE DAS OLIVEIAS lembrando a entrada triunfal de Jesus a Jerusalém e a Ascensão. Descendo o Monte das Oliveiras em direção a Porta Dourada chegaremos ao GETSEMANE – O Jardim das Oliveiras. Local da Agonia e da Traição. Desde o Getsemane teremos vista privilegiada do famoso VALE DO CEDRON com o mausoléu de ABSALON filho do REI DAVID, e CIDADELA DE DAVID, estaremos bem perto do PINACULO DO TEMPLO e da muralha oriental do templo. Pausa para ALMOÇO INCLUSO após almoço conheceremos a CASA de CAIFAS local para onde JESUS foi levado logo após ser preso no GETSEMANE e local onde foi sabatinado pelo SINÉDRIO e local onde PEDRO O NEGOU Terminaremos o dia sobre o MONTE SIAO na CENACULO onde Jesus reuniu-se com os Apóstolos durante a Santa Ceia onde também relembraremos a descida DO ESPIRITO SANTO em PENTECOSTES Espírito Santo revelou-se e veremos o local de tradição DO TUMULO DO REI DAVID. Hospedagem em Jerusalém. Descanso. Jantar incluído.

9º DIA. MUSEU DO LIVRO E MAQUETE DE JERUSALEM ESCADARIAS DO SEGUNDO TEMPLO – MURO DAS LAMENTAÇOES – MUSEU DO HOLOCAUSTO.
Após CAFÉ DA MANHA e saída para visitar o MUSE DE ISRAEL(museu do livro) onde se encontra parte dos MANUSCRITOS do mar mortos e onde conheceremos também a famosa MAQUETE DE JERUSALEM da época do Segundo Templo. Em seguida chegaremos às ESCAVAÇOES ARQUEOLOGICAS DO GRANDE TEMPLO e viveremos uma experiência única ao CHEGAR AS ESCADARIAS que subia ao templo – MONTE DO TEMPLO caminhar sobre uma rua da época do SEGUNDO TEMPLO. Pausa para ALMOÇO INCLUSO . Após almoço seguiremos ao MURO DAS LAMENTAÇOES - Lugar mais sagrado para os judeus de todo o mundo. Após o almoço chegaremos ao YAD VASHEM o MUSEU DO HOLOCAUSTO , para aprender sobre esta pagina na Historia do Povo Judeu e de toda a humanidade. Após visita ao Yad Vashem conheceremos a ESPLANADA DOS MINISTERIOS a KNESSET – Parlamento de Israel e a famosa MENORA que se encontra adiante deste. Hospedagem em Jerusalém. Descanso. Jantar incluído.

10º DIA. Segunda JERUSALEM -– TANQUE DE BETESDA - VIA DOLOROSA - SANTO SEPULCRO.
Após CAFÉ DA MANHA e saída para visitar a porta das ovelhas onde o SANTO ESTEVÃO foi martirizado.Em seguida chegaremos ate o tanque de BETESDA onde JESUS curou o paralitico. o LITHOSTOTUS – Piso de pedra do Fórum de Adriano construído sobre as ruínas da FORTALEZA DA ANTONIA local onde lembraremos a CONDENAÇÃO DE JESUS POR PILATOS, e local onde ele recebeu a cruz e de onde saiu em direção ao local da crucificação, Faremos caminha pelas 14 estações da VIA DOLOROSA até o local da crucificação e o SANTO SEPULCRO, terminando com a missa dentro do santo sepulcro . Pausa para ALMOÇO INCLUSO . Após o almoço tempo livre para compras de lembrancinhas na rua de comercio do portão de JAFFA. Hospedagem em Jerusalém. Descanso. Jantar incluído.


11º DIA. TEL AVIV - ROMA
Café da manha e transfer para o aeroporto para EMBARQUE bem cedo com destino a Roma. Desembarque em Roma as 8:30h. encontro com o guia e cit tour panorâmico pela cidade que inclui: coliseu (parada para vista externa) fórum romano-circulo Maximo –arco de Constantino-caracala – colina palatina – piazza Veneza - Basilica de São Paulo fora muros. Hospedagem . Descanso. Jantar incluído.

12º DIA. ROMA
Café da Manha e saída para visitar o MUSEU do vaticano, Capela sistina. Continuando visitaremos a Basílica de SÃO PEDRO e os túmulos dos Papas. Visita a basílica de SANTA MARIA MAIOR E SÃO JOAO LATRAO. Na parte da tarde visita a catacumba de SÃO CALIXTO OU SÃO SEBASTIAO.Almoço e Jantar incluído.

13º DIA . ROMA CASCIA E SÃO FRANCISCO DE ASSIS.
Café da manha e saída do hotel com as malas para ir ate SANTA RITA DE CASCIA e SÃO FRANCISCO DE ASSIS. Bem a tarde saída de Assis direto para o aeroporto PARA EMBARQUE para SÃO PAULO as 22hrs. Almoço incluído.

14º DIA. DESEMBARQUE EM SÃO PAULO. 6:30H DA MANHÃ.



Fim de nossos serviços.



VALOR TOTAL DO PACOTE :

U$4.430,00



PAGAMENTOS:



Parcelado sem juros em boletos bancários , conforme abaixo :
Em 22 vezes, sem juros, com primeiro pagamento Nov/09 (22 vezes de 201,37 DOLARES);
Em 21 vezes, sem juros, com primeiro pagamento Dez/09 (21 vezes de 210,96 DOLARES);
Em 20 vezes, sem juros, com primeiro pagamento Jan/10 (20 vezes de 221,50 DOLARES);
Em 19 vezes, sem juros, com primeiro pagamento Fev/10 (19 vezes de 233,16 DOLARES);
Em 18 vezes, sem juros, com primeiro pagamento Mar/10 (18 vezes de 246,12 DOLARES);
Em 17 vezes, sem juros, com primeiro pagamento Abr/10 (17 vezes de 260,59 DOLARES);
Em 16 vezes, sem juros, com primeiro pagamento Mai/10 (16 vezes de 276,88 DOLARES);
Em 15 vezes, sem juros, com primeiro pagamento Jun/10 (15 vezes de 295,34 DOLARES);
Em 14 vezes, sem juros, com primeiro pagamento Jul/10 (14 vezes de 316,43 DOLARES);
Em 13 vezes, sem juros, com primeiro pagamento Ago/10 (13 vezes de 340,77 DOLARES);
Em 12 vezes, sem juros, com primeiro pagamento Set/10 (12 vezes de 369,17 DOLARES);
Em 11 vezes, sem juros, com primeiro pagamento Out/10 (11 vezes de 402,73 DOLARES);
Em 10 vezes, sem juros, com primeiro pagamento Nov/10 (10 vezes de 443,00 DOLARES);
Em 09 vezes, sem juros, com primeiro pagamento Dez/10 (09 vezes de 492,23 DOLARES);
Em 08 vezes, sem juros, com primeiro pagamento Jan/11 (08 vezes de 553,75 DOLARES);
Em 07 vezes, sem juros, com primeiro pagamento Fev/11 (07 vezes de 632,86 DOLARES);
Em 06 vezes, sem juros, com primeiro pagamento Mar/11 (06 vezes de 738,34 DOLARES);
Em 05 vezes, sem juros, com primeiro pagamento Abr/11 (05 vezes de 886,00 DOLARES);
Em 04 vezes, sem juros, com primeiro pagamento Mai/11 (04 vezes de 1.107,50 DOLARES);
Em 03 vezes, sem juros, com primeiro pagamento Jun/11 (03 vezes de 1.476,67 DOLARES);
Em 02 vezes, sem juros, com primeiro pagamento Jul/11 (02 vezes de 2.215,00 DOLARES);



Na inscrição reserva de 40% e restante no dia 16 de setembro pelo cambio do dia.
Temos financiamentos em até 24 meses,consulte.
Observação : Os boletos serão emitidos em EUROS (A CONVERSÃO DOLAR /EUROS SERÁ FEITA PELO CAMBIO DO DIA DO FECHAMENTO DO CONTRATO).



INCLUÍDO EM NOSSSO PREÇO.

BILHETE AEREO EM CLASSE ECONOMICA.
TODAS TAXAS DE AEROPORTO.
TODAS AS GORGETAS
HOTEIS 4**** CAT. SUPERIOR
SEGURO MEDICO E DE BAGAGEM ASSIST-CARD SEM LIMITE DE IDADE.
PENSAO COMPLETA: CAFÉ DA MANHA , ALMOÇOS E JANTARES – almoço com exceção no dia 1º e 2º E JANTAR com exceção no dia 1º e 13º .
TODAS AS GORGETAS.
ONIBUS EXLUSIVOS SOMENTE PARA NOSSO GRUPO.
TODAS AS VISITAS INCLUÍDAS NO ROTEIRO.
TODOS OS INGRESSOS PARA ENTRAR NOS MONUMENTOS , MUSEUS etc...
GUIA FALANDO EM PORTUGUES
QUARTOS DUPLOS(DUAS PESSOAS POR QUARTO) QUARTO individual acréscimo de USD 550,00.
BOLSA, ETIQUETAS.


NÃO INCLUI EM NOSSO PREÇO:

BEBIDAS – AGUA – TELEFONEMAS – LAVANDERIA DE HOTEIS – OPCIONAL NÃO ESPECIFICADO O ROTEIRO. PASSAPORTE. (DAREMOS ORIENTAÇÃO )

NOTAS:



OS ALMOÇOS NAO SERAO FEITOS NOS HOTEIS, SERA FEITO COM O GRUPO TODO JUNTO EM RESTAURANTES JÁ PRE RESERVADOS, CASO PASSAGEIRO QUEIRA FAZER OS ALMOÇOS EM OUTRO LUGAR OS MESMO FICARA POR CONTA DO PASSAGEIRO. SE PASSAGEIRO FICAR NO HOTEL NÃO SAINDO PARA AS VISITAS DIARIAS NÃO IMPORTANDO O MOTIVO O ALMOÇO FICARA POR CONTA DO PASSAGEIRO.
AS RESERVAS SÃO PARA QUARTOS DUPLOS(duas pessoas por quarto) NO ENTANTO SE 30 DIAS ANTES DO EMBARQUE NÃO TIVER UMA PESSOA PARA COMPARTILHAR O QUARTO, O PASSAGEIRO QUE ENTROU POR ULTIMO DEVERA PAGAR UM QUARTO INDIVIDUAL DE $550,00 dólares PARA TODA A VIAGEM.

DOM DEMÉTRIO VALENTINI E A CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2010


Campanha da Fraternidade 2010.



Dom Demétrio Valentini *


Já é auspiciosa uma Campanha da Fraternidade ecumênica. Ela mostra que é possível as Igrejas se entenderem em torno das questões importantes, que dizem respeito à vida. Uma campanha ecumênica começa fazendo o serviço de casa, advertindo as religiões que elas precisam se colocar a serviço da vida, se querem ter sentido e se pretendem ser acolhidas no seio da sociedade. Colocando-se em função das questões vitais, as religiões aprendem também a relativizar as diferenças, e a minimizar as controvérsias. A fé ilumina a vida, mas a vida motiva e direciona a fé.

Juntas, as Igrejas que compõem o CONIC - o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs - se sentiram animadas a desafiar a sociedade brasileira a olhar de frente a economia, com a convicção de que ela pode ser pensada em função da vida de todos. Daí o tema da campanha: Fraternidade e Economia, com um lema que logo coloca o dedo na ferida: "não podeis servir a Deus e ao dinheiro!", citando a frase contundente de Jesus.

O lema é, certamente, desafiador. Ele logo diferencia o absoluto do relativo. Só Deus é absoluto, o dinheiro não! E por derivação, nada é absoluto na economia, nem a pretensa imutabilidade de suas leis, como se apregoou nos tempos áureos em que o sistema econômico hegemônico no mundo parecia estar com a razão, com a verdade, e com o dinheiro.

A recente crise econômica mundial deixou bem claro que a economia precisa estar submetida a critérios que a regulem, a direcionem para suas verdadeiras finalidades, e a tornem viável e adequada às possibilidades reais que a condicionam e a fazem buscar sua racionalidade e sua função no contexto do mundo em que vivemos.

A primeira tarefa da campanha da fraternidade deste ano é desmontar a pretensa auto suficiência do mercado, expressão cabal do sistema econômico predominante nos últimos séculos. A economia é uma atividade humana, com profundas incidências na vida das pessoas, e que necessita ser guiada por critérios éticos, que lhe dêem não só viabilidade prática, mas também finalidade e sentido humano.

Na verdade, o desafio é complexo. O seu enfrentamento precisa ser feito de maneira global e solidária. Repensar a economia mundial, para que ela se realize em sintonia com as exigências ecológicas e esteja a serviço da vida de toda a humanidade, não é tarefa a ser realizada por iluminados que detenham soluções mágicas ou arbitrárias. É um desafio que pede a participação adequada e responsável de todos. O tamanho do problema convida para uma postura de diálogo e de colaboração. A crise mundial da economia é oportunidade para despertar sentimentos de moderação e de busca coletiva de soluções. Já é apelo para a fraternidade.

Mas a campanha não se limita à dimensão macro econômica, por mais importante que ela seja, e por mais que convoque os governantes para a busca de soluções. Pois a economia, além de sua evidente dimensão global, apresenta também aspectos práticos e cotidianos, que interferem diretamente na vida das pessoas. Por isto, faz parte dos objetivos da campanha explicitar as repercussões cotidianas da economia, para perceber como ela pode se tornar terreno propício para a prática da solidariedade.

Neste sentido, pode parecer estranho que uma realidade como esta, com tantas incidências humanas, tenha demorado tanto para ser abordada por uma Campanha da Fraternidade. Em todo o caso, agora a campanha chega num bom momento, favorecido pela abertura ecumênica e pela consciência ecológica.

Neste contexto, recebem motivação e interesse as experiências de economia solidária que poderão ser divulgadas. Em todo o caso, estamos diante de uma campanha com evidentes apelos globais, mas também com abundantes oportunidades concretas da prática da solidariedade no exercício da economia.

Um bom convite, que chega em boa hora!

* Bispo de Jales (SP) e Presidente da Cáritas Brasileira



Frases







Utilidade Pública



Lançada a Campanha Nacional contra o Tráfico de Pessoas. Nelson Pellegrino é autor do projeto de lei ‘Sistema Nacional de Prevenção e Repressão ao Tráfico de Pessoas’ que tramita na Câmara Federal e constitui um sistema integrado de prevenção e repressão ao tráfico de pessoas nas modalidades de exploração sexual, trabalho escravo e tráfico de órgãos. Estima-se que o tráfico de pessoas movimente em torno de US$ 10 bilhões e conte com mais de 400 postos em todo o país.

AVISOS 37


PARÓQUIA SANTA CRUZ E SÃO DIMAS - DIOCESE DE PIRACICABA
Rua Dona Eugênia, 819 São Dimas – Tel/fax (19) 3301-7399 ou 3434-3060 (ramal 4)
Blog: santacruzesaodimas.blogspot.com E-mail: paroquia.dimas@gmail.com



AVISOS nº 37
Ano II /2010
(20 e 21 / Fevereiro / 2010)


1. Últimas semanas para inscrição no Curso de Teologia para Leigos. As aulas acontecem às 4ª feiras, das 19h30 às 22h, no Seminário Seráfico. Informações na secretaria da Igreja dos Frades.

2. Informamos a seguinte alteração da programação: durante a quaresma haverá reza diária do Terço da Misericórdia às 06h30 e do Ofício Divino às 06h45; a celebração da Via-Sacra, às sexta-feiras, 19h30.

3. Missa nas Pequenas Comunidades nessa 3ª feira (23/Fevereiro), às 19h30, com frei Alonso, na Avenida Torquato da Silva Leitão, n° 782 (casa de Francisca Nappi Tranquilin e família). Não haverá nesse dia missa das 19h na igreja matriz.

4. A Missa e Novena mensal perpétua de nosso padroeiro “São Dimas, o ladrão arrependido” (cf. Lc 23,39-43) serão nessa 5ª feira (25/Fevereiro), às 19h. São Dimas é protetor dos pobres agonizantes, sobretudo daqueles cuja conversão na última hora parece mais difícil; é protetor das casas e propriedades contra ladrões; das causas difíceis, sobretudo nos negócios financeiros; dos pecadores em agonia; da conversão e emenda dos alcoólatras, dos jogadores e ladrões; é protetor dos presos e das penitenciárias, dos carroceiros e condutores de veículos. Sobretudo, daqueles que não desejam morrer no pecado sem antes se arrependerem.

5. Dias de reuniões: CPP (26/Fevereiro) e CAEP (02/março), às 19h30.

6. Nos dias 27 e 28/Fevereiro (próximo final de semana), o Padre Jacob Jovino Tomazella (Paróquia Santa Cruz, de Rio Claro) estará em nossa Paróquia Santa Cruz e São Dimas em Missão Itinerante de Presbíteros por ocasião do “Ano Sacerdotal”. O Pe. Kleber estará na Paróquia São José, Paulista.

7. Viaje conosco no próximo ano, de 16 a 29 de setembro de 2.011 (14 dias), para a Terra Santa, Roma, Cássia e Assis (“Caprice Operadora” e Pe. Kleber). Para maiores informações (hospedagens, alimentação, formas facilitadas de pagamento ou outros), entre em contato conosco e conheça também a programação e os lugares a serem visitados.

8. As intenções de missa serão gratuitamente marcadas somente no horário de expediente da secretaria paroquial, apenas para os fiéis que estiverem presentes naquela missa, pois muitas pessoas pedem intenções de missa e não comparecem para rezar naquela intenção pedida. As demais intenções podem ser depositadas no cesto de intenções da paróquia, a ser depositado diante do altar.

9. Para atendimento sacerdotal, favor entrar em contato com nossa secretaria paroquial para agendar horário para confissão, orientação espiritual, atendimento ou reuniões.

10. A Paróquia Santa Cruz e São Dimas oferece aos sábados, das 15h às 17h, o Plantão do Serviço Social, no Salão Paroquial, atendendo gratuitamente crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos em situação de abandono do incapaz, desemprego, aconselhamento social, encaminhamentos, agilização de recursos, orientação sobre aposentadoria, atendimento ao trabalhador, pacientes com problemas de saúde, pessoas em situação de alcoolismo e dependência química, re-inserção de ex-presidiários, e outros.

11. Durante o mês de fevereiro estão abertas as inscrições para a Oficina de Oração e Vida na Paróquia Santa Cruz e São Dimas, cujo objetivo é ensinar o jovem, o adulto e o idoso a orar, através de uma metodologia ordenada e progressiva e, principalmente, praticando e vivendo como se faz em uma oficina diversas maneiras de orar, podendo escolher a que melhor se adapta às suas necessidades, e leva à transformação pessoal e ao compromisso com o irmão. Serão realizadas 15 oficinas, gratuitamente, às quartas-feiras, das 14h às 16h. Essas oficinas têm como meta ajudar as pessoas a: a) relacionarem-se com Deus como um amigo se relaciona com outro amigo; b) descobrirem a Bíblia como “Livro de cabeceira”; c) Libertar-se das tristezas e angústias mentais, restabelecendo a estabilidade emocional e alegria de viver; d) Despertar para uma vida apostólica. A oficina de oração e vida é uma inspiração de Frei Ignácio Larrañaga,OFMCap. Mais informações na secretaria paroquial ou no site www.tovpil.org.

12. Agradecemos os que colaboraram no último final de semana com a Campanha da Solidariedade “SOS Haiti”. Foram depositados na conta da Cáritas o valor de R$ 1.602,50.

13. Ajude-nos com doações e participe do bingo beneficente de nossa Paróquia, que acontecerá dia 12/Março (6ª feira). As adesões encontram-se à venda na secretaria paroquial e com nossos agentes de pastorais.

14. Participe em seu quarteirão da novena da Campanha da Fraternidade 2010. O livrinho está à venda na secretaria e sacristia por R$ 1,00.

15. As confissões para a Páscoa serão realizadas em nossa Paróquia no dia 18/Março (5ª feira), a partir das 19h às 21h.

16. Participe de nossos encontros de formação e preparação da Semana Santa: Celebração do Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor (25/Fevereiro), Celebração da Ceia do Senhor e Lava-pés da 5ª feira da semana santa (01º/Março), Celebração da Paixão do Senhor da 6ª feira santa (08/Março), Celebração da Vigília Pascal no sábado santo (13/Março às 14h), Celebração da Páscoa da Ressurreição do Senhor (15/Março). Essas formações acontecerão em nossa Igreja às 19h45 e visam ajudar os fiéis a compreender o sentido dessas celebrações, bem como a prepará-las.

17. Feira da Economia da Pastoral da Criança dia 07/março.



Missas e Celebrações na Quaresma: 3ª a 6ª feira, às 07h30 e 19h. Na 2a feira, às 07h30
Sábado, às 19h; Domingo, às 07h, 09h e 18h30.
Secretaria paroquial: horário de funcionamento 2ª à 6ª feira, das 08h às 11h e das 13h às 17h; aos sábados, das 08h às 11h. (exceto feriados)